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Edição 337 - Ano 21 - Maringá, PR 
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As histórias de nossos heróis e vilões
Fazemos parte de um mundo onde história e ficção se confundem, se analisarmos o potencial e a intenção de cada um

 Imagem/Arquivo pessoal
 
Quando crianças nossa imaginação é muito fértil, nos permitimos fazer e ser o que queremos. Com isso, a presença de super-heróis é constante nessa fase. As histórias em quadrinhos descrevendo seres extremamente fortes, destemidos, valentes, perturbados e usando collants coloridos, permeiam a mente da criança enquanto se imagina no lugar de um desses super seres. Salvando o mundo de um vilão terrível ou então uma donzela indefesa, o herói se torna uma representação do potencial humano. No fundo, sabemos que podemos mais do que simplesmente fazemos. É daí que nasce a admiração por quem realiza feitos notáveis aos olhos de toda uma população.

Quando crianças vestimo-nos com roupas de heróis, escolhendo, para representar, aquele que nos chama mais atenção, seja por seu jeito, suas cores, e, principalmente, seus feitos heróicos. Ao escolhermos uma profissão todos temos um ideal. Escolhe-se a medicina com o propósito de salvar vidas; jornalismo para informar a verdade; advocacia para fazer justiça. Cada um com seu objetivo heróico. Isso mesmo, cada um tem um pouco de herói e vilão dentro de si.

Pelé, Nietzsche, Jesus, Buda, Gandhi, Maomé, Madre Tereza de Calcutá, entre outros, são citados e muito lembrados não por escalarem paredes, saltarem de prédios, terem visão de calor ou raio-x, mas pelo que fizeram em prol da humanidade. Podemos ver um herói em cada esquina, em cada gesto. Muitas vezes são apenas boas intenções, outras vezes ocorrem mudanças de verdade.

Nesta edição do jornal Matéria Prima, encontramos modelos de vilões e heróis da nossa sociedade. Como é descrito por Mariana Durski em seu artigo sobre a posição da Anatel contra a democratização de rádios comunitárias e por Vinícius Lima, em sua crônica sobre o capital destruindo a vida. Homens utilizando seus “poderes” de forma egoísta. Vilões.

Em nossa crítica de mídia, Paulo Zarpellon chama a atenção sobre erros cometidos pela revista FUT!, cuja solução passa pelo trabalho conjunto. A busca conjunta pelo bem maior, “o jornalismo ensina desde cedo a importância do trabalho em equipe, só não aprende quem não quer”, cita ele.

Marcela Tait e Felipe Bacarin chamam a atenção para os buracos nas ruas de Maringá e o desinteresse do poder público em buscar soluções definitivas para esse problema. Pode-se citar aqui uma frase bem conhecida dos quadrinhos na história do homem-aranha: “com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”.

Vemos semelhança de herói em nosso entrevistado, Marcelo de Souza. Ele conversou com Karen Faccin sobre o Maringay, primeiro portal LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e trangêneros) de Maringá, que chama a atenção sobre o preconceito e dá voz a esse segmento.

Segundo os filósofos Jeremy Bentham (1748-1832) e John Stuart Mill (1806-1873), o utilitarismo é uma doutrina que dita a ação de forma a visar o bem estar do seres sencientes. Uma doutrina bem heróica, que podemos encontrar na Vila Santa Isabel, bairro da região norte de Maringá.

Ivy Valsecchi escreve sobre um bar que gera polêmica no bairro. Já Cristiane Pinzan conta a história de Maria Paixão do Espirito Santo, que faz festas para crianças da vila e também benze pessoas que lhe pedem ajuda. Sobre seo Moises Pinheiro dos Santos Alves e sua casa decorada por versículo bíblicos, quem escreve é Emerson Oliveira. Paula Mariá foi até a “casa dos gatos” , onde Diomar Fátima distribui carinho e atenção a animais que encontra abandonados pelas ruas.

Leia esta edição e comente o que achou das histórias de nossos heróis e vilões, que estão mais próximos do que você imagina.

Rebeca Montelares

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