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Edição 337 - Ano 22 - Maringá, PR 
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E o futuro?
Tenho a impressão de que este ano se foi mais rápido; foi o ano de aprender, de ensinar, de dar valor às coisas simples

 Imagem/Rosane Barros
 Leo, 24: “Cerveja, mulher e futebol, não necessariamente nessa ordem"
Leonardo Diniz
Sempre questionei os motivos de termos a impressão que a cada ano que passa os dias se tornam mais curtos. Percebi que eliminamos as memórias enfastiosas, aquilo que é rotina, por exemplo, o trajeto feito para ir ao trabalho. Porém, tudo o que eu não tive este ano foi rotina e saber que já estamos em dezembro me assusta um pouco. Será que foi o excesso de atividades? Talvez. Mas ficou uma certeza, este ano terá sempre um lugar especial na minha memória.

2011 foi o ano de aprender, de ensinar, de dar valor às coisas simples. De emocionar, de chorar de raiva e chorar de rir. De dormir pouco e escrever muito. De ter como companheira a garrafa de café. De não fazer horário de almoço. De ver pouco a família, e dar mais valor aos momentos que estivemos juntos. De não ter finais de semana. De não assistir aos jogos do campeonato brasileiro.

Foi o ano de fazer amizades verdadeiras e cultivar velhas amizades. De ser um ombro amigo, de precisar de um ombro amigo. Foi ano de viajar. Foi ano de perder algumas viagens, pois tinha de estudar. Foi ano de rejeitar convites de ir ao bar. Foi ano de ser campeão da Libertadores da América (que me desculpem os amigos corintianos). Foi ano de conhecer pessoas novas, de fazer parte da vida delas. Ano de compadecer com histórias e revoltar com outras.

Foi ano de ler. Ano de conhecer novos autores e se aprofundar em autores já conhecidos. Ano de se deparar com teorias. De fazer análise do discurso, de saber o que é semiótica. De conhecer as leis que regem a profissão do jornalismo e a ética necessária para o bom exercício da profissão. Ano de fazer projeto gráfico, fotodocumentário e rádiojornal. De saber as dificuldades de montar o plano de negócio de uma empresa jornalística. De se deliciar com o livro Notícias do Planalto e conhecer a história da imprensa brasileira.

Foi ano de ter outra visão ao pegar um jornal ou revista na mão. De entender as dificuldades de se ter um bom texto. Ano de corrigir os erros de português. Foi ano de contato com as fontes, de entrevista pingue-pongue, crítica, artigo, crônica e reportagem. Ano de “sofrer” ao chegar aos bairros para encontrar uma boa pauta. Foi ano de perceber o quando tudo isso me fez bem. De ficar alegre em saber que essa será minha vida.

Comentário(s):
 Postado em: 13/12/2011 21:04
 Davi (davieduardopaulim@yahoo.com.br)
 Parabéns meu amigo!
Isso é só o começo de uma carreira de sucesso!
Torço muito por você!
Grande Abraço!

att.

Davi Paulim
Leiloeiro Oficial

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