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Cidade | Edição #480 - 28/05/2018

“As seguradoras, em geral, recusam indenizar casos de suicídio”

O corretor Gabriel Perego da Silva esclarece algumas dúvidas sobre seguros

Equipe JMP
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(Imagem/ Arquivo pessoal Gabriel Victor Perego )

(Imagem/ Arquivo pessoal Gabriel Victor Perego )

De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil teve, em média, um roubo ou furto de veículo por minuto em 2016. Foram 557 mil só no ano de 2016.

O alto índice de furtos e roubos no país ajuda a entender um pouco o sentimento de insegurança da população brasileira nas cidades grandes. Com isso, o mercado de seguros vem se aperfeiçoando, ganhando espaço e o interesse da população.

As seguradoras, por outro lado, buscam oferecer produtos personalizados para atender diferentes tipos de público, como seguros de automóveis, de vida, para pessoas com diabetes e, até, seguros voltados especificamente para as mulheres.

Procurando esclarecer algumas dúvidas sobre seguros no Brasil, o Jornal Matéria Prima conversou com o Gabriel Victor Perego da Silva, 27, formado em Administração e corretor de seguros há mais de 10 anos em Maringá.

O seguro é um contrato em que uma das partes (segurador) se obriga a indenizar a outra (segurado), podendo ser associado à frase “é melhor prevenir do que remediar”. Nesse sentido qual a importância de se contratar um seguro, seja para um bem de consumo novo ou algo adquirido há um tempo? 

Seja para o veículo, imóvel ou de vida/previdência é estar amparado para quando precisar usar. Um exemplo, na colisão do veículo a seguradora estará reparando ou ressarcindo quaisquer prejuízos causados.

Um dos receios de quem contrata o seguro é não poder trocar o bem segurado. Existe a possibilidade de trocar o bem segurado para outro?  

Sim. Na contratação do seguro de automóvel, por exemplo, durante a apólice é possível realizar o endosso de substituição de veículo, incluindo o novo veículo no lugar do que já estava na apólice.

No dia 14 deste mês foi comemorado o Dia Continental do Seguro. Esse dia é reservado para a valorização e ressalta a importância, não somente econômica, mas também social dos seguros. Quais são os métodos utilizados atualmente para convencer as pessoas sobre a importância de adquirir um seguro em várias áreas? Há um novo método que tenha facilitado o contato do segurado com a seguradora contratada?  

Atualmente as seguradoras realizam diariamente campanhas publicitárias de produtos que comercializam no mercado, desde o seguro automóvel até o seguro de vida. Muitos clientes contratam seguro muitas vezes por indicação de amigos ou por propaganda que viu nas redes sócias, TV ou rádio.

A importância de estar segurado é de estar amparado para quando precisar usar

Com a crise econômica, que começou em 2014, muitas pessoas tiveram que cortar gastos e priorizar outras despesas. O mercado de seguros sofreu consequências com a crise que ainda está ocorrendo? 

Sim. Foi possível verificar uma certa redução da comercialização de seguro de alguns ramos, mas recentemente foi possível analisar que os clientes que não haviam fechado os seguros estão retornando a fechar novos contratos.

Recentemente, o Supremos Tribunal Federal aprovou uma ementa sobre a cobertura de seguro de vida em casos de suicídio. Quais são as medidas adquiridas pela seguradora nesses casos? Além disso, com essa cobertura, que se tornou um direito do segurado, qual o benefício?  

No seguro de vida, o suicídio é um assunto delicado. As seguradoras, em geral, recusam indenizar em casos que ocorram o suicídio, porque o ato de cometer suicídio é um risco excluído nas condições gerais da seguradora. Seguro de vida não é o que nossos clientes contratam frequentemente. Mas o seguro de vida paga a indenização quando se tem a apólice contratada acima de dois anos. Mas quando se trata em suicídio a seguradora irá realizar uma investigação.

Produzido pelas estudantes Isabella Soares, Láiza Maciel e Mariana Belleze, na disciplina Técnicas de Reportagem e Entrevista I.

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