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  • Última Edição: #483 | 28/06/2018 - Ano XIX
 
Crítica de Mídia | Edição #473 - 09/04/2018

O golpe atemporal da temida fake news

Selecionar e questionar as informações nunca foram ações habituais

Janaína Lopes
Estudante de Jornalismo

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(Imagem/ Pinterest )

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Diariamente, somos bombardeados com informações que não atestam veracidade e a partir disso surgem as chamadas fake news que se limitam a notícias falsas com alto grau de reprodução somente pelo fato de o indivíduo ler superficialmente e não procurar apurar de quais fontes as informações vieram.
O fato é demonstrado mais fielmente quando a notícia vai ao encontro com o que o indivíduo acredita, e assim, dificilmente questionará sobre a informação que lhe foi repassada.

Em 2017, circularam boatos na internet que na realização da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) não constaria mais redação para a somatória de pontos.  A informação agradou aqueles que não gostam e acreditavam não irem bem na modalidade. A notícia tomou tamanha proporção, que o Ministério da Educação fez um pronunciamento afirmando que essa informação não era verdadeira.
No passado, temos exemplos de propagandas como filmes da época do nazismo, que reproduziam informações falsas para a manipulação da sociedade, tudo conduzido por Joseph Goebbels, ministro da propaganda nazista.

O WhatsApp também vem sendo utilizado para a propagação de notícias no mínimo duvidosas. Os temidos “compartilhe isto”, repassados por usuários da rede,  disseminam rapidamente conteúdo inverídico como notícia. E é esta credulidade da população que vai proliferar tal conteúdo. A partir do momento que uma notícia falsa é publicada não se tem mais o controle e o alcance do prejuízo.

Em tempo que criar noticias falsas é uma realidade, a verdade disputa espaço na mídia

Outro caso, dessa vez com consequência, publicada recentemente pela  Gazeta do Povo, o jornalista Miguel Baia Bargas foi condenado a 10 meses e 10 dias de prisão por publicar texto com uma informação inverídica sobre o juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da operação Lava-Jato no Paraná. Uma ação assertiva, que poderia ser aplicada em vários outros casos como este.

Em tempo que criar notícias falsas é uma realidade, a verdade disputa espaço na mídia. A resolução da problemática fake news, seria a maior vigilância dos meios de comunicação, aplicativos e, total responsabilidade das empresas de distribuição de conteúdo sobre as tais publicações distorcidas da verdade.

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