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  • Última Edição: #483 | 28/06/2018 - Ano XIX
 
Política | Edição #476 - 30/04/2018

A igualdade precisa começar na politica

A democracia é exercida no direito de voto e também de ser votado

Allan Cavalcanti
Estudante de Jornalismo

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No dia 7 de outubro ocorrem as eleições para a Presidência da República no Brasil. Até o momento, nenhum candidato é tido como favorito nas pesquisas divulgadas pelo TSE, mas desde as pré-candidaturas já sabemos quem possivelmente estará na pareô: Jair Bolsonaro (PSL) , Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva ( Rede), Ciro Gomes (PDT), Alvaro Dias (Podemos), Rodrigo Maia (DEM), Henrique Meirelles (MDB), Fernando Collor de Mello(PTC) e Vera Lúcia (PSTU).

O tempo proporcional da propaganda eleitoral para cada partido na televisão ou no rádio varia de acordo com o tamanho das bancadas na Câmara. Todo o dinheiro usado para as propagandas vem do fundo partidário e pessoas físicas. Atualmente, pessoas jurídicas estão impedidas de desembolsar valores. Este ano foram distribuídos R$ 819 milhões. A novidade para as eleições de 2018 é a inclusão da cláusula de barreira, que determina que o acesso ao fundo e ao tempo de propaganda vai depender do desempenho eleitoral do partido. Aquele que tiver uma boa quantidade de votos recebidos e um bom número de deputados federais eleitos tem mais acesso ao dinheiro.

Essa nova regra afeta principalmente os pequenos partidos, que não têm tanta visibilidade e representatividade. Isso só fica pior quando levamos em conta que a sigla partidária conta mais na hora da decisão do que os próprios votos. É claro, em lei, as emissoras ou rádios não têm obrigação de convidar para debates, candidatos com menos de 1% das intenções de voto. Mas com todas essas questões, é notável perceber que a maioria da população vota em partidos, não em propostas.

      A melhor forma de diminuir essa desigualdade é equilibrar o tempo entre os

Acredita que vai ser diferente, mas no fim, os resultados são os mesmos

partidos. Dar a mesma oportunidade para todos, é fazer valer a democracia, garantindo que o direito da minoria seja resguardado. Dar ouvidos apenas a quem sempre tem os holofotes voltados para si, é como um cachorro que tenta morder o próprio rabo de várias maneiras. Ele acredita que vai ser diferente, mas, no fim, os resultados são sempre os mesmos.

Os “santinhos’, panfletos usados para divulgação dos candidatos, também precisariam passar por um nivelamento. Criar algo padrão, para todos os candidatos, também torna mais justa a disputa. O atual prefeito de Maringá, Ulisses Maia, mais que dobrou nas intenções de voto do 1° para o 2° turno, utilizando mais da divulgação “boca a boca”. A garantia de que todos serão ouvidos é acreditar em um país sem desigualdades.scale-2634833_1920

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