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Cidade | Edição #471 - 20/11/2017

Projeto de oração nas casas muda vidas

Sextas-feiras de oração ajudam pessoas espiritualmente e socialmente

Janaína Lopes
Estudante de Jornalismo

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Em um evento de oração que acorreu em 2015, uma dupla de amigos que trabalhava neste evento, sentiu a necessidade de fazer mais pela comunidade de Paranavaí [74 km de Maringá]. Foi aí que Elison Godoi, 29, estudante de Direito, estagiário, e o amigo Rodolfo Santos, 23, tiveram a ideia de criar um grupo de oração, todas as sextas-feiras nas casas de diferentes pessoas, chamado Deixa Maria Entrar. “É união, como uma troca ir somando o que cada um tem, e no final de tudo tirar proveito para a comunidade”,explica Elison. O motivo para que o grupo se reúna  as sextas-feiras, conta o coordenador: “é por conta do que acontece nos  finais de semana, principalmente com os jovens, com os quais maiores números de  festas e acidentes” explica. O projeto já chegou a reunir 60 pessoas em uma sexta-feira.

Um dia de muitas bençãos e glória. É muito boa [a reunião] mesmo.

A cada casa oferecida para o grupo, as famílias e os participantes que frequentam, esperam com expectativa o projeto. É o caso da moradora do Jardim Canaã  Adicléia Rodrigues, 40, empregada doméstica. “Eu fui uma vez e gostei muito. É muito tocante, então pedi para fazer [a reunião] na minha casa” declara. É uma sexta-feira diferente, onde todos podem fazer novos laços de amizade e aprofundar em questões espirituais. “Um dia de muitas bençãos e glória. É muito boa [a reunião] mesmo” completa Adicléia.

Outra integrante do projeto Cibele Fagundes, 40, pedagoga e dona de loja, diz que o projeto tem grande importância, pelas vidas que são transformadas. Ela se refere às pessoas que viviam desregradamente, e após viver uma experiência profunda de oração, se voltam pra Deus “e é isso que aconteceu comigo”, relata Cibele, sobre a experiência de quando participou de um acampamento de igreja.

Junto ao grupo surgiu a ideia de realizarem ações sociais, como arrecadar brinquedos e roupas para as crianças no Natal e o Sopão, marmitas feitas pelos próprios integrantes do projeto para alimentar pessoas carentes. “As crianças chegavam em mim dizendo que não tinham comido nada o dia inteiro”, conta Cibele, ao se referir a distribuição das quentinhas.

“ Quando íamos rezar nas casas, a gente via a necessidade de fazer algo diferente, que as pessoas tivessem a sensação de que Deus lembrava delas, e que um desconhecido poderia fazer algo diferente”, recorda Elison Godoi.

IMAGEM/SOLANGE DINIZ

IMAGEM/SOLANGE DINIZ

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