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Cultura | Edição #464 - 02/10/2017

“Resolvemos fazer uma festa com alvará, tudo certo, e com preço barato”

A receita é do promoter de eventos universitários no Paraná, Rafael Cravo

Andressa Jhozzenvick
Estudante de Jornalismo

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A 1º festa de Cravinho reuniu cerca de 1.000 pessoas  (Imagem/Arquivo pessoal Rafael Cravo)

A 1º festa de Cravinho reuniu cerca de 1.000 pessoas
(Imagem/Arquivo pessoal Rafael Cravo)

Rafael Vilela Cravo, o Cravinho, como é conhecido, 26 anos, é um dos produtores de eventos universitários mais badalados no Paraná dos últimos cinco anos. Ele passou a organizar festas no segundo semestre de 2013 com a ideia de fazer algo que, no futuro, se tornaria um dos maiores eventos do Estado, o “Deu a louca nas Republicas”. A ideia nasceu juntamente com Rodolfo Helmbrecht, 24 anos, e Marco Aurélio, 28 anos.

Cravinho, sócio da empresa Atleticaps, que produz produtos voltados a universitários, como bonés, cuecas, camisetas e entre outros, saiu em 2012 de São José dos Campos (SP), para cursar Economia na UEM (Universidade Estadual de Maringá). Entretanto, acabou trancando a faculdade por não ter se identificado com o curso. Atualmente, o promoter trabalha com eventos em geral, desde a produção até a venda dos convites.

Assim que chegou a Maringá, Cravinho se hospedou na Republica Kzona, uma das mais antigas de Maringá. E foi praticamente onde tudo começou. Acompanhe os principais trechos da entrevista que ele concedeu ao Jornal Matéria Prima.

“Havia poucas festas universitárias em Maringá e as que havia, tinham preço alto”

“Deu a louca nas republicas” é uma festa que causou alvoroço na cidade e que teve aceitação imediata do público alvo, os universitários. De onde surgiu a ideia?
No segundo semestre de 2013 e o motivo principal foi que percebemos que havia poucas festas universitárias em Maringá e as que havia, tinham um preço muito alto. Algumas eram em repúblicas e muitas vezes a polícia acabava impedindo. Então, resolvemos arriscar e fazer uma festa com alvará, tudo certo, e com preço barato.

Hoje você trabalha com isso, inclusive desistiu do curso de Economia por que não se identificou ou por conta da correria da organização desses eventos. Você pensou nisso como uma profissão?
No começo fizemos [ ele, Rodolfo Helmbrecht e Marco Aurélio] mais por diversão, mas depois foi crescendo. Como fazer uma festa grande não é nada fácil e nem simples, que precisa de tempo de dedicação e exige muita responsabilidade nas costas de quem promove o evento, começamos a levar como algo mais profissional e pensar nisso como o nosso trabalho.

A festa reúne um número grande de pessoas. Você tem esses números?
Na primeira edição, que foi no final de 2013, foram cerca de mil pessoas, isso porque os convites eram limitados, o que fez com que se esgotassem, mas o recorde de público foi na quarta edição, realizada no CTG [Centro de Tradições Gaúchas], que deu cerca de 4.500 pessoas.

Hoje podemos dizer que você é bem conhecido no mundo universitário por conta das festas e por fazer parte da organização. Isso lhe trouxe algum benefício?
Me envolver com eventos e pessoas é muito bom. Você faz muitas amizades e contatos e, com certeza, abrem algumas portas, fora a experiência que adquire ao realizar alguns eventos.

Você morou muito tempo na Republica Kzona, inclusive ajudou a conquistar vários troféus. Mas você se mudou de lá, por que?
Eu mudei da Kzona no começo deste ano e estou morando agora na República Hospitalzinho, que fica em frente, porém, é um lugar mais tranquilo, onde posso focar melhor nos meus objetivos.

Essa ideia sua e de dois amigos mudou a vida de muitos jovens universitários que vêm de longe morar em Maringá. Você teria algo a dizer sobre essa aceitação do publico?
Acredito que conseguimos marcar pelo menos um pouco a vida de algumas pessoas, com alguns dos nossos eventos. Festas que vão ficar para sempre na memória. Isso foi e é muito gratificante, pois esse sempre foi o principal objetivo.

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