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Literatura | Edição #463 - 25/09/2017

Uma crônica sobre queijo, muito queijo

Queijo grande, queijo pequeno; meu Deus, de onde veio tanto queijo?

Carlos Henrique Rosa
Estudante de Jornalismo

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Olhando assim, nem parece, mas tinha queijo DEMAIS. É sério (Imagem/ Carlos Henrique Rosa)

Olhando assim, nem parece, mas tinha queijo DEMAIS. É sério
(Imagem/ Carlos Henrique Rosa)

Ganhei! Depois de muito estudo e esforços – e alguma crise existencial aqui e acolá – ganhei, enfim, o concurso dos “Melhores Alunos” (o concurso da faculdade que premia os alunos com as melhores notas em suas respectivas turmas). Como prêmio, um delicioso almoço junto com os outros ganhadores e com o reitor (eu estava em dúvida quanto ao que eles definiam como “delicioso”, já que nunca tinha ido, embora tivesse ouvido dizer que a comida, como define aquela expressão, era “de patrão”).

Naquela manhã de sábado, dia do almoço, acordei cedo, às sete.  Peguei um ônibus para Cianorte e de lá para Maringá. Cheguei ao lugar do almoço, entrei no salão e me senti um dos deputados que jantou com o presidente da República. Depois eu explico sobre isso…

O fato é que no meio daquele clima formal, com garçons, decoração elegante e pratos que eu nunca tinha visto, nem comido, só ouvido falar (igual o Zeca Pagodinho em relação ao caviar), eu vi uma mesa cheia de todos os tipos de queijo imagináveis – e inimagináveis também.

Me senti um dos deputados que jantou com o presidente da República

Tinha queijo Azeitão, queijo Cheddar, queijo Prato, queijo Suíço, queijo Parmesão, queijo Gorgonzola, Muçarela (ou seria Mussarela ou Mozarela, enfim), queijo Gouda, queijo Blue e queijo Maasdam.

Ah, já ia me esquecendo. Tinha também queijo Minas (“uai”), queijo Provolone, queijo Reino, Requeijão, queijo Roquefort, queijo Serpa, queijo Tilsit, queijo Ricota, queijo Emmental e queijo Edam. Sou só eu, ou de tanto falar “queijo” a palavra perdeu o sentido?

Como eu poderia me esquecer do queijo Canastra? Do queijo Feta? Do queijo Bleu Vercors? Do Estepe (não, não aquele estepe que você coloca no porta-malas do carro)? Do Morbier? Do queijo Fundido (eu disse “Fundido”, com “N”)? Do queijo Brie? Do queijo de Évora (“Um queijo português, com certeza”)? Do queijo de Nisa (“Outro queijo português, com certeza”)?

Ufa, cansei. Tá bom, eu posso estar exagerando na quantidade de tipos de queijo, mas tinha de vários tipos. Para todos os gostos e tamanhos. Eu me senti no céu. E olha que eu nem gosto de queijo…

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