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  • Última Edição: #470 | 10/11/2017 - Ano XVIII
 
Cidade | Edição #461 - 11/09/2017

Museu esportivo vai ganhar sede própria

O objetivo é resgatar conteúdos sobre histórias do esporte maringaense

Laís Rocha
Estudante de Jornalismo

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Colecionador De Paula, exibe uma de suas camisetas favoritas (Imagem/ Simone Labegalini)

Colecionador, De Paula exibe uma de suas camisetas favoritas (Imagem/ Simone Labegalini)

O jornalista Antonio Roberto de Paula, 60, é o idealizador do projeto Museu Esportivo de Maringá. O museu, até então itinerante e que vinha ganhando pontos na cidade para exposição, agora tem endereço fixo, localizado na Avenida Carlos Borges, bairro Guaporé, região sul.

De Paula afirmou que o desejo pelo esporte surgiu em 2011, quando realizou o documentário chamado “Histórias que a bola pesada contou”. A partir daí, começou a preservar materiais que recebia de ex-jogadores, dirigentes e árbitros, como livros, fotografias, camisetas, chaveiros, faixas de clubes campeões, que motivaram o projeto a se transformar em um grande museu.

O amor do jornalista pelo esporte se deu por meio da leitura. A revista Placar, lançada nos anos 70, o inspirou a buscar o conhecimento esportivo. “Aprendi muito naquela época de tanto ler a revista Placar, sempre imaginava que iria fazer alguma coisa ligada ao esporte e acabou dando certo, daí veio a ideia do museu”, comentou.

Meu amor pelo esporte se deu por meio da revista Placar, lançada nos anos 70

De acordo com o servidor público Tiago Valenciano, 30, fã de esportes, a iniciativa do museu é louvável no sentido de preservar principalmente a história do futebol maringaense. “O De Paula conseguiu reunir as camisas de todos os times de Maringá, fazendo com que o torcedor, do mais antigo ao mais novo, possa viajar nos jogos que aconteceram no estádio Willie Davids”, afirmou. Já para o secretário municipal de Esportes, Valmir Augusto Fassina, 56, o museu tem a finalidade de resgatar e dar acesso à comunidade em função do esporte.

O projeto conta com o apoio de várias instituições da cidade e atrai não somente os maringaenses, mas também gente de toda a região e até mesmo pessoas de fora do país. A ideia é fazer também um resgate da memória do esporte e homenagear os atletas que já morreram. Segundo De Paula, uma das peças de mais apreço pessoal é uma camisa do clube Serm (Sociedade Esportiva Recreativa de Maringá), de 1948, que na época foi o mais representativo de Maringá.

Atualmente o museu itinerante expõe relíquias em vários pontos da cidade, como prefeitura, shoppings, Câmara Municipal e casas de eventos.

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Um comentário | Deixe seu comentário

Boa,
muito importante ter nossa historia de maringá
Nivaldo

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