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Saúde | Edição #458 - 14/11/2016

Ansiedade afeta saúde física e mental

A doença pode ser desconfortável e perturbadora e deve ser tratada para não ocasionar problemas ainda mais graves

Heloisa Fernanda
Estudante de Jornalismo

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A ansiedade causa desconforto tanto físico quanto mental

A ansiedade causa desconforto tanto físico quanto mental
(Imagem/Pixabay)

O mundo pós-moderno causa efeitos colaterais para o ser humano, que vive em ritmo acelerado, com excesso de informações e é cobrado a dar conta de tarefas em curto espaço de tempo. Esse comportamento, não raras vezes, leva à ansiedade. O distúrbio atinge grande parte das pessoas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 33% da população mundial sofre desse problema.

Para o cardiologista Roberto Fernandes da Costa, a ansiedade tem aumentado muito ultimamente e decorre de uma série de problemas sociais. “Falta de emprego, renda baixa e [alto] índice de criminalidade são fatores que desencadeiam males maiores e estão vinculados”, diz. Ele alerta que a ansiedade pode provocar arritmia cardíaca e pessoas que já têm problemas de coração podem sofrer infarto no miocárdio se for muito intensa. Ele também diz que certos casos de ansiedade podem levar à depressão.

O momento de procurar ajuda é quando esses sintomas causam algum sofrimento

A psicóloga Andressa Danielle Mareze Ferreira diz que o transtorno de ansiedade tem sintomas mais complexos do que aquilo que é sentido no dia a dia, como ao fazer uma prova. “Os sintomas mais comuns são insônia, falta ou aumento de apetite, perda ou ganho de peso, medo e preocupações exageradas, pavor depois de uma situação difícil e sensação de que algo ruim vai acontecer constantemente”, conta. Ela alerta que o momento de procurar ajuda profissional é quando esses sintomas causam algum sofrimento, e, em casos mais graves, é necessário o acompanhamento duplo com psicoterapia e tratamento psiquiátrico.

A ansiedade transforma a sensação de angústia e impulso em um ato. A compulsão alimentar é um dos atos da ansiedade, podendo ocasionar o ganho de peso, pressão alta e diabetes. A nutricionista Carla do Amaral Bredariol Cazon diz que uma pessoa compulsiva precisa apresentar episódios de muita ingestão de alimentos pelo menos dois dias por semana. Comer eventualmente em um fim de semana e depois manter uma rotina normal não é característica de compulsão alimentar. “A preferência é por alimentos saborosos, que têm maior teor de gordura e de açúcar. O chocolate fica entre os primeiros, pois tem substâncias que dão o conforto que a pessoa que tem ansiedade e compulsão busca na comida”, explica.

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