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Literatura | Edição #459 - 21/11/2016

A sintonia que o rádio leva ao coração

O meio radiofônico que era visto como algo difícil foi descoberto como um encantador e rico aprendizado

Juliana Nicolini
Aluna de Jornalismo

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Como se fosse ontem, lembro do exato momento em que o professor anunciou que teríamos que desenvolver um programa de rádio. Lembro-me porque esse anúncio despertou em mim uma série de sentimentos diferentes, dentre esses o receio, afinal, nunca tínhamos trabalhado realmente em um rádio.  Apesar disso, podia-se perceber claramente o brilho nos olhos dos alunos ao perceberem que teriam a oportunidade de explorar novos horizontes e conhecer novos meios de comunicação.

Diversão ao gravar o programa radiofônico "Alta Tensão" (Arquivo pessoal/ Juliana Nicolini)

Gravar programa de rádio leva aprendizado à alunos de Jornalismo
(Arquivo pessoal/ Juliana Nicolini)

A proposta era criar um programa de rádio para ser apresentado ao professor. Para  isso, devia-se escolher a temática, o público alvo, as vinhetas, fazer roteiros e organizar as funções que cada um exerceria. Quanta responsabilidade, quanta correria, mas a mesma responsabilidade e a correria que precisamos para fazer o programa acontecer nos estimulou ainda mais a sermos cada vez melhores.  Posso arriscar dizer que foram esses mesmos sentimentos que me levaram a sentir tal paixão pela profissão do radialista. Não há nada mais gratificante do que ter a certeza de que você tem uma vocação, relacionada a algo que você ama fazer.

Não há nada mais gratificante do que ter a certeza de que você tem uma vocação

Dessa forma surgiu o “Programa Alta Tensão” e, os medos que antes prevaleciam tornara-se obsoletos. O frio na barriga de apresentar virou diversão; a vergonha de errar tornou-se aprendizado. Dizem que não existe amor à primeira vista. Realmente talvez não haja quando trata-se de pessoas, mas afirmo, com toda certeza, que de cara o encanto por estar lá, ao vivo,  entretendo as pessoas e levando alegria aos ouvintes tomou conta e que nessa hora tive a certeza de que estava no caminho certo.

Com essa experiência aprendi que  trabalhar em equipe torna tudo mais fácil e prazeroso. Aprendi a lidar com pessoas de diferentes opiniões e gostos e, principalmente, respeitar as divergências. A maior conquista, no entanto,  foi perceber que posso enfrentar os meus medos e fazer deles algo prazeroso.  Ainda há muito para aprender, pode-se dizer que este é só o começo, mas há a certeza de que cada passo dado será um novo treino para que um dia possa ser uma profissional competente.

Estudantes reúnem-se e divertem-se na rádio enquanto gravam (Imagem/ Matheus Torrezan)

Estudantes reúnem-se e divertem-se na rádio enquanto gravam
(Imagem/ Matheus Torrezan)

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