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Saúde | Edição #454 - 17/10/2016

“Médicos da Graça” mudam o ambiente hospitalar

O projeto oferece às pessoas formação e humanização a partir de uma oficina desenvolvida por alunos e professores da UEM

Larissa Malaghini
Aluna de Jornalismo

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A presença de clowns nos hospitais deixa a rotina mais leve (Ilustração/ Laura Ridolfi/ arquivo pessoal “Médicos da Graça”)

A presença de clowns nos hospitais deixa a rotina mais leve (Ilustração/ Laura Ridolfi/ arquivo pessoal “Médicos da Graça”)

A UEM (Universidade Estadual de Maringá) oferece aos alunos e à comunidade externa o projeto “Médicos da Graça” para quem se interessar pelas práticas desenvolvidas por professores e alunos do curso de artes cênicas. O projeto existe desde 2005 e forma clowns (palhaços) para a atuação voluntária em hospitais, distraindo e animando os pacientes.

Para o Prof. Me. Pedro Ôchoa, coordenador do projeto, os resultados que tiveram desde a criação do “Médicos da Graça” foram muito bons, tendo como objetivo principal a humanização do tratamento hospitalar. “Isso é muito bom para a formação de profissionais, porque não lidamos com objetos ou números, nós lidamos com seres humanos. E a humanização do tratamento é fundamental.”

Afinal, ser um médico da graça é doar seu tempo por empatia ao outro

O tempo de formação dos clowns dura no mínimo quatro meses (24 horas/aula no total), porém esse tempo é adaptável com a disponibilidade do grupo e também do próprio espaço oferecido para o curso. E não há nenhuma exigência para poder participar. Para Marina Tosti Lopes, acadêmica de artes cênicas da UEM, o único requisito é ter vontade de ajudar o próximo. “Afinal, ser um médico da graça é doar seu tempo por empatia ao outro.”

Durante o projeto “Médicos da Graça”, as pessoas interessadas participam de uma oficina que envolve improvisação, jogos teatrais e lúdicos, que os ajudam a entender o que é ser um clown. Para a atuação nos hospitais, os voluntários devem passar por uma ambientação no HU (Hospital Universitário) e, depois de formados, “têm que se disponibilizar para fazer as visitações hospitalares, deixando em aberto outros eventos que possam surgir”, explica Marina.

Para Juliana Capelini, fisioterapeuta no Hospital Santa Casa de Maringá, que acolhe grupos de clowns, a receptividade é ótima. “Adoramos a presença dos palhaços, porém é preciso seguir normativas internas e respeitar aqueles que, naquele momento, não podem receber as visitas.”

A presença dos clowns deixa a rotina do hospital mais leve. “Acho que é um momento importante de humanização, nos ajuda a humanizar o atendimento do paciente”, comenta Juliana.

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