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Política | Edição #444 - 27/06/2016

Terrorismo, a mais grave ameaça para o planeta

Chega de espalhar terror pelo mundo; chegou a hora de o Ocidente juntar suas forças e acabar com o Estado Islâmico

Adelson Jaques
Estudante de Jornalismo

Comentários
 
Homenagem na França a vítimas do terror do Estado Islâmico Imagem/Giselle Garcia/ABr

Homenagem na França a vítimas do terror do Estado Islâmico
Imagem/Giselle Garcia/ABr

Após o ataque ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, inaugurou-se uma nova era de terrorismo. O terror é fomentado principalmente por grupos que querem espalhar a doutrina da fé islâmica pelo mundo. Eles querem implantar as próprias ideologias e disseminá-las pelo planeta da forma mais radical possível, pois quem não as aceita morre de forma cruel.

Hoje, o quartel do Estado Islâmico fica em Racca, na Síria. Segundo o próprio EI, o exército conta com aproximadamente 40 mil pessoas. Eles ostentam grande quantidade de armas de pequeno porte e também equipamentos pesados, como mísseis e tanques blindados. Mas esse aparato militar não deveria amedrontar os países ocidentais, pois só os Estados Unidos, com 1,4 milhão de soldados e com seu poderoso armamento bélico, seria capaz de devastar todo o EI.

 

Somos livres para termos nossas próprias ideologias e formas de pensar

Já foram dezenas de ataques pelo mundo. Eles já mataram mais de 30 mil pessoas. Os interesses econômicos que estão por trás de tudo isso, não são mais importante do que a vida daquelas pessoas que morrem sem ao menos saber o porquê.

São vários grupos terroristas espalhados pelo mundo, mas os mais radicais são o extremista EI. Se forem liquidados, o terrorismo não vai extinguir-se, mas vai diminuir. São os que mais matam. Ninguém é obrigado a aceitar a ideologia religiosa e forma de pensar deles. Somos livres para termos nossas próprias ideologias e formas de pensar.

Enquanto o Ocidente e as grandes instituições, “tapam os olhos” o terrorismo mata milhares de pessoas por onde passa. Segundo a EBC (Agência Brasil), o número de mortes por terrorismo em 2014 aumentou em 80% em comparação com o ano anterior. Em setembro de 2014, o presidente americano, Barack Obama anunciou a formação de uma coalizão de aproximadamente 60 países contra o EI, mas ninguém está vendo, pois os terroristas estão espalhando medo com autonomia pelo planeta.

Falta uma reação mais agressiva do Ocidente para acabar de vez com o terrorismo. Precisamos reagir, antes que o EI faça emergir uma nova grande guerra mundial.

Discussão e comentários »

6 comentários | Deixe seu comentário

Angelica disse:

Muito Bom o texto Adelson, está de parabéns :)

Temos que nós prevenir o quanto antes.

Camila Gabrielle disse:

Verdade, temos que tomar cuidado, e os Países do mundo deveria dar um basta nisto o quanto antes, pois da mesma maneira que o mundo inteiro sofra com esses atentados, temos que lembrar que o própria população que cultiva esta cultura do E.I também sofre com esse atentados, perdendo assim seus familiares.

Muito Bom

Bruna disse:

Temos que pensar que um dia eles matam lá na França, outro dia nos EUA, temos que nos defender sim, uma hora pode ser o Brasil que pode ser atacado.. até parece que os outros estão acovardados perante a tão poucos homens . Gostei muito do texto..

Roberta Caligiuro disse:

Essa história de disseminação de crenças no meu ponto de vista é ilusório , porque tanto a Al Qaeda quanto o Estado Islâmico são financiados pelo EUA…

Keila disse:

Concordo com você Adelson Jaques, temos que reagir.. ouvi dizer que os próximos somos nós, aí a coisa vai ficar feia

Victor Duarte Faria disse:

Esse tipo de abordagem é muito complicada. Um muçulmano com uma arma e um alcorão é terrorista. Um americano com uma arma, a bandeira e a bíblia é herói (digno de filme, incluive – vide “American Sniper”).

Esse tipo de polarização, ao meu ver, não é saudável. O terrorismo existe sim, mas dos dois lados. Por isso é preciso cuidado ao dissertar esse tipo de coisa. Aliás, Adelson, você há de convir comigo que os Bush não foram um exemplo de sanidade coletiva, nem tampouco será o Trump caso eleito.

O radicalismo religioso, político, econômico ou qualquer tipo de radicalismo sempre foi, é e sempre será um problema. Não esqueçamos que a igreja católica também fez isso durante muito tempo.

Compreendo que seja um artigo e que esse seja seu ponto de vista, mas cuidado para não cair no papo de senso comum e mídia – que diga-se de passagem vocês criticam. Lembre-se que a história não é unilateral, apesar de ser contada dessa forma aqui no ocidente.

Grande abraço e parabéns pelo texto.

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