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Cidade | Edição #442 - 13/06/2016

Nova sede do IML atende expectativas

Além das necropsias e laudos cadavéricos para as policias científicas, o órgão agrega outros serviços

Nilton dos Santos
Aluno de Jornalismo

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A nova sede do IML de Maringá começou a funcionar em janeiro (Imagem/ Nilton dos Santos)

A nova sede do IML de Maringá começou a funcionar em janeiro
(Imagem/ Nilton dos Santos)

Uma obra necessária e muito aguardada, finalmente inaugurada e entregue em 4 de janeiro à população de Maringá e de mais 28 municípios: o Instituto Médico Legal (IML).

Muitos não sabem, mas a instituição não é responsável somente pelas necropsias e laudos cadavéricos para as polícias científicas. O IML realiza também exames de corpo de delito e demais perícias, como exame de lesões corporais, violência sexual, perícia para acionamento do DPVAT.
Segundo o advogado e policial civil Sérgio Paulo de Oliveira, diretor administrativo do IML, a instituição neste novo local, “trouxe melhorias  para o atendimento à população”.

A mudança [IML] trouxe melhorias  para atendimento a população

Atuando por 40 anos no antigo edifício localizado a avenida Juscelino Kubitschek Oliveira esquina com rua Mém de Sá, o IML não tinha mas condições de acolher principalmente familiares que iam até o instituto para reconhecer ou liberar corpos. “Hoje estamos em um edifício moderno, com 1.400 metros quadrados de área construída, com equipamentos de ponta, salas apropriadas, banheiros para cadeirantes”, relatou Oliveira.

Para os exames de corpo de delito, principalmente de violência contra a mulher (que em Maringá tem apresentado a maior incidência da região, segundo Oliveira), a instituição oferece sala apropriada e um ambiente acolhedor às vitimas.

Nick ( nome fictício), morador de Maringá que esteve em agosto do ano passado no IML, quando o órgão ainda funcionava na antiga sede, relata que as pessoas tinham que enfrentar uma situação muito difícil. “Aquele ambiente sombrio, cheirando mal, piorava as coisas. Estive alguns dias atrás na nova sede e a mudança foi da água para o vinho, tem até onde se sentar”, ironiza.

Para Fernando Dutra, médico, professor do curso de Medicina do Centro Universitário Cesumar (Unicesumar), as condições eram precárias para realização de exame de necropsia. “Hoje, com raio X de ponta, um projétil de arma de fogo é de fácil localização no cadáver. Há sala com mezanino para atividades com alunos [da área médica]. O organograma da instituição é apropriado para se desenvolver diversas atividades.”

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