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Economia | Edição #437 - 09/05/2016

Viajar de avião vira hábito na cidade

Apesar da crise brasileira, o número de passageiros partindo e chegando a Maringá aumentou no último trimestre

Gabriel Tazinasso
Aluno de Jornalismo

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Apesar da demanda aquecida, número de voos caiu em Maringá (Imagem/Samuel Fonseca)

Apesar da demanda aquecida, número de voos caiu em Maringá
(Imagem/Samuel Fonseca)

A passeio ou a trabalho, com ou sem crise econômica, os maringaenses continuam utilizando o transporte aéreo e aumentando o movimento no Aeroporto Regional Silvio Name Júnior, de Maringá.

Artur Clayton Vieira Aguiar, 42 anos, morador do Jardim América (região leste da cidade), disse que  a jornada de avião oferece praticidade. “Minha última viagem foi em julho do ano passado. Saí de Maringá, fiz escala em São Paulo até chegar ao Rio de Janeiro. Em quatro, cinco horas já estávamos lá.” Porém, ele aponta um fator negativo, que pode pesar na escolha do transporte. Trata-se do medo de estar entre as nuvens.

Aguiar disse que o voo de julho foi também o primeiro voo em que levou a filha dele. “No começo ela ficou meio ‘assustadinha’, mas depois relaxou e ficou sossegada”, completou.

Segundo Edmílson de Assis, 57 anos, taxista e morador do mesmo bairro, voar é a viagem mais tranquila que existe. “O copo de refrigerante nem mexe, parece que está na mesa de casa”, disse. Ele ainda fez uma observação irônica: “o avião não deixa ninguém machucado, já mata logo”.

Como taxista há 20 anos, Assis disse que a maioria já está acostumada a voar, mas relatou que em uma das conversas teve que tentar amenizar o medo do passageiro. “Eu o tranquilizei, pois era marinheiro de primeira viagem e notei que estava nervoso.”

O copo de refrigerante nem mexe, parece que está na mesa de casa

Samia Dórr, 36 anos, vendedora e moradora do Jardim Alvorada (região norte da cidade), disse à reportagem que já voou muito, inclusive para outros países. A segurança e a velocidade faz das viagens aéreas ser a primeira opção dela. “Viajar de avião é tudo de bom, eu amo”, afirmou.

Apesar do interesse dos passageiros em transformar o avião em primeira opção de transporte coletivo, na prática, isso parece um pouco mais distante. Segundo reportagem publicada no último dia 30 de abril pelo jornal “O Diário do Norte do Paraná”, o número de voos caiu 41% em menos de um ano. Apesar do número de passageiros ter crescido 2,7% no último trimestre, a justificativa para a redução de pousos e decolagens ficou por conta da alta do dólar e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o combustível (querosene) na aviação paranaense,  de 5% para 18%.

Ainda segundo a reportagem, o combustível ser responsável por 40% dos custos da operação. Ao Diário, a companhia Gol informou que esse corte é momentâneo e que espera retomar as operações em breve.

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