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Jornal Matéria Prima

 
  • Última Edição: #483 | 28/06/2018 - Ano XIX
 
Literatura | Edição #432 - 23/11/2015

Ao fim, o sentimento de dever cumprido

O jornal Matéria Prima é mais que um jornal-laboratório; é uma escola de saber ser perseverante

Mércia Toloni
Aluna de Jornalismo

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O sorriso no rosto demostra a sensação de dever cumprido (Foto: Arquivo pessoal/Mércia Toloni)

O sorriso no rosto demostra a sensação de dever cumprido
(Foto: Arquivo pessoal/Mércia Toloni)

No começo tudo é complicado. A curiosidade de conhecer cada pedacinho do “chão” que se está pisando é gigantesca. Cada passo dado traz a insegurança de estar acertando ou errando. Enfim, a perseverança de continuar sem parar prevalece. No final é gratificante mostrar para as pessoas que todos esses passos lentos, inseguros de hoje, é o que nós impulsiona para corrermos com perfeição no amanhã.

Minha batalha foi longa, ardilosa, pautada por um desespero sem tamanho, mas a ânsia de aprender foi maior. E hoje estou aqui, pronta para me despedir do laboratório Jornal Matéria  Prima que a cada ano recomeça com um novo nascer.

O JMP me fez como uma criança nos primeiros anos de vida. Primeiro tudo é susto. Cada descoberta é uma alegria. Todo aprendizado é bem vindo. Levei muita bronca. Como diz a “profe” representando o papel de Mãezona, todas as broncas são para o bem. E sim, foram para o meu próprio bem. Comecei do zero. Duas vezes. Briguei com meus erros, aprendi o que não sabia, mas deveria saber. As pautas de terça feira ou os textos de quarta, as queridas e amadas vírgulas que teimavam ficar no lugar errado ou aquela clemência:

“Senhor o que é com H ou sem H. Aulete socorro!!

Houve muitos tropeços, escorregadas, imprevistos, às vezes raiva, ou ate mesmo aquela calma de dizer acertei ou, por tantas vezes, “ hoje meu texto ficou horrível”.

Mas como qualquer criança que está apreendendo a andar, não desanimei e hoje encerro minha participação no Jornal Matéria Prima, passo a vez. Para os próximos aspirantes a jornalistas e deixo-lhes um conselho: o JMP, assim como eu, também é uma criança que está aprendendo a andar. Dê – lhe a atenção necessária e serás feliz. Não o ignore, pois o jornal precisa de você. Você vai rir e chorar, entre fontes e personagens talvez entre em desespero. Mas é preciso lembrar, tudo é passageiro e o que fica, é saudade. No meu caso, além da saudade ficou uma sensação boa, pois conheci histórias que me tornaram melhor.

Ano que vem, o terceiro ano da faculdade me aguada (espero). Novos desafios e já me disseram, a barra por lá é pesada.

Adeus JMP.

 

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Inquieta e distraída, na busca por um lugar no jornalismo

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