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Literatura | Edição #415 - 01/06/2015

Loucuras de uma família um pouco louca

Relatos das aventuras e algumas histórias que parentes gostam de manter como piada interna, por segurança

Gabriel Fontana
Aluno de Jornalismo

Comentários
 
(Foto: Magda Almeida)

(Foto: Magda Almeida)

Todas as famílias têm peculiaridades, loucuras, principalmente quando todos os membros se reúnem. Aí sim, histórias loucas são reveladas. Curiosamente os últimos encontros familiares têm sido durante casamentos na família. Nossos último encontro ocorreu este ano e culminou com minha primeira viagem de avião.

Leitor você deve estar se perguntando: se são historias da família por que uma história sobre ele? Calma, você já vai entender.

No dia da viagem, tudo checado pela décima vez, fomos para Londrina pegar o voo. Chegamos cedo, tudo tranquilo. Bem, até na hora de embarcarmos quando,  em um momento de lucidez  por assim dizer, vejo meu irmão correndo igual a um louco em direção ao estacionamento. Por quê? Para buscar o terno que havia esquecido no carro. Foi nesse dia que descobri que o Usain Bolt  teria um desafiante à altura nas Olimpíadas de 2016.

Toda família tem aquela pessoa mais religiosa, aquele tio que faz piada com todo mundo

Dentro do avião, sem ninguém para trás, quase fui jogado para fora no momento da decolagem ao mandar um “uhulll” um pouco alto. Uma mulher próxima de mim olhou para a aeromoça que estava rindo com cara de “ainda dá para joga esse louco para fora”.

Toda família tem aquela pessoa mais religiosa, aquele tio que faz piada com todo mundo. O religioso, no caso, é minha tia. Porém quem merece o destaque é meu pai que, claro, em tom de brincadeira já foi chamado de até de reverendo. Bem, não vou mentir, e não é que essa piada pegou?! Em nome da brincadeira agradeço meu primo por ter pedido para meu pai ter feito o cerimonial de seu casamento e, claro, foi alvo daquele tio ao qual me referi anteriormente que na verdade é meu primo que não perdoa nada já que tudo nas mãos dele pode virar motivo de gozação.

O maior exemplo é minha irmã que foi apelidada por ele de “adesivo” pelo fato de ela se sentar bem próximo ao volante quando dirige. Até a própria irmã, mais velha, ele não perdoa, fazendo piadas. Acho que deu para entender que todos são alvo, mas, claro, sem maldades.

Se é para esta crônica ter uma moral, penso que seria a seguinte:  todas às famílias têm suas virtudes e loucuras, porém é isso que em momentos de lazer é lembrado. E esses momentos curtos, ou não, são inesquecíveis, pois cada louco tem a própria loucura.

Discussão e comentários »

Um comentário | Deixe seu comentário

Magda disse:

Boa, conte mais…. Adorei. Bjoo

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