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Economia | Edição #412 - 11/05/2015

Vencendo o preconceito, elas ocupam mais espaço

As mulheres ganharam destaque na sociedade, no entanto ainda sofrem com a discriminação, principalmente dos homens

Ana Paula Foltran
Aluna de Jornalismo

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A partir do século 19, as mulheres começaram a integrar o mercado de trabalho. A mão de obra feminina passou a ser importante na revolução industrial, quando operava máquinas. Com o passar dos anos foram ganhando mais espaço e, hoje, no século 21 podemos perceber mulheres inseridas nas diversas áreas de atuação. Elas continuam sendo as grandes responsáveis por cuidar dos lares e dos filhos, mas a grande importância econômica e o sustento da família exclusivamente por mulheres também cresceu.

Mulher trabalha em seu escritório

Foto: Gabriel Massambani

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a participação das mulheres no mercado de trabalho brasileiro cresceu 3,89% mais do que a dos homens em 2012. Com isso, as mulheres passaram a representar 42,47% da força de trabalho. Conforme o Jornal Gazeta Mercantil, nas 300 maiores empresas do país, o percentual de mulheres que ocupavam cargos executivos em 1990 era de 8% passando a 13% em 2000. Apesar das conquistas nos últimos anos, as mulheres ainda não recebem salários equivalentes ao dos homens em boa parte das profissões para a realização das mesmas atividades. Segundo pesquisas, elas recebem 71% do salário deles, principalmente em cargos menos qualificados.

Apesar da grande diferença de salários e mesmo com a falta de valorização, a mulher, ainda se destaca por realizar várias funções concomitantemente, como administrar a casa, os filhos e o trabalho.

Em que pese o fato de ter uma composição física mais frágil quando o assunto é o intelecto, o feminino não é inferior ao masculino. Pelo contrário. A mulher tem se mostrado mais detalhista, mais perfeccionista, mais atenta, entre outras qualidades inerentes ao gênero, que contribuem para um trabalho mais eficiente.

Elas recebem 71% do salário deles, principalmente em cargos menos qualificados

Muitas vezes a mulher não atinge um cargo de chefia ou um salário paritário por pura discriminação por parte dos colegas do sexo oposto, que não a aceitam como chefe. Por isso, a melhor forma de mudarmos a realidade em relação a desigualdade entre os sexos no trabalho, é combater o machismo porque ambos têm a capacidade de realizar todos os tipos de funções sem que haja competitividade desleal. Para que isso ocorra, não pode haver discriminação, deve haver respeito e reconhecimento da capacidade de cada um.

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