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Saúde | Edição #387 - 05/05/2014

Com ajuda voluntária, recuperação é rápida

A ação de voluntários resgata a fé, a alegria e a autoestima dos doentes que precisam ficar internados

Amanda Guimaraes
Aluna de Jornalismo

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É muito comum associar hospitais à tristeza e morte, porém alguns desempenham atividades que promovem a alegria e a espiritualidade por meio de ações voluntárias. Um exemplo disso é o Hospital Universitário de Maringá (HUM), que conta com um quadro extenso de trabalhadores voluntários.

Essas pessoas fazem um cadastro e um curso para poderem participar das atividades do hospital. Macia Liberatti,47, assistente social da Assessoria Técnica Cientifica do HUM, conta que a maioria dos voluntários são da própria comunidade e procuram o local para realizar atividades culturais e espirituais. “Recebemos voluntários de todas as idades,   desde de universitários a donas de casa, todos dispostos a ajudarem os pacientes a se recuperarem mais rápido.” Segundo ela, a ação voluntária é indispensável para os pacientes do HUM, pois ampara e distrai todos os doentes. Alguns, inclusive, não têm      família e conseguem achar nos voluntários um auxílio.

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Impacto da Alegria leva animação e espiritualidade ao HUM ( Foto:Arquivo pessoal/Gabriel Angelone )

O grupo Impacto da Alegria, que reúne jovens de várias idades, realiza um trabalho voluntário diferente nos hospitais da cidade.

Gabriel Angelone, 23, líder do grupo, conta que a ideia principal é fazer o trabalho de capelania, mas de forma inovadora. Os jovens se vestem de um jeito diferente, com perucas e nariz de palhaço, na intenção de animar os pacientes e em seguida, fazer orações. “Os doentes gostam da forma como nos vestimos, até esquecem que estão internados, alegramos e em seguida levamos um pouco da palavra de Deus para eles se sentirem melhores e renovarem a fé.”

Cada dia era uma surpresa, jovens catando e brincando pelos corredores

A dona de casa Ana Maria Fernandes, 65, teve uma passagem rápida pelo HUM, porém por causa das atividades voluntárias ela diz que não foi tão difícil permanecer internada ali. “Cada dia era uma surpresa, jovens catando e brincando pelos corredores, o que me trazia mais conforto eram todas as rezas e orações que chegavam através desses jovens até mim. Como sou muito religiosa me sentia mais perto da igreja.”

Para fazer parte do grupo Voluntário do Hospital Universitário de Maringá, não é preciso nenhum recurso ou requisito, basta apenas estar disposto a ajudar o próximo.

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