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Cidade | Edição #377 - 17/10/2013

Au Au, a delícia da Zona 1 de Maringá

Rápido prático e saboroso, assim é conhecido o lanche de um dos carrinhos de cachorro-quente mais antigos da cidade

Cris Gabino
Aluna de Jornalismo

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No Brasil, por volta de 1926, o empresário Francisco Serrador, que idealizou a famosa Cinelândia, no centro da cidade do Rio de Janeiro, lançou o cachorro-quente nos cinemas dele.  A novidade inspirou Lamartine Babo e Ary Barroso, compositores de MPB, a criarem, em 1928, a marchinha de Carnaval “Cachorro-Quente”.

foto: (Cris Gabino) O cachorro-quente Au Au está 24 anos no mesmo local

O cachorro-quente Au Au está há 24 anos no mesmo local (Foto: Cris Gabino)

        A partir de 1945, depois da segunda guerra mundial,  o Brasil passou a sofrer grande influência da cultura americana, e o cachorro-quente conquistou definitivamente espaço em nosso país. Essa história contada por Luíz Câmera Cascudo no livro A história da alimentação no Brasil se disseminou.

Em Maringá, é na Zona 1 região central da cidade, onde grande parte do comércio se localiza, e que a cada dia vários trabalhadores, estudantes, moradores da cidade e região passam, que está a Au Au Cachorrão, na esquina da Avenida Brasil com a Avenida São Paulo. Sob o comando de Márcio José Terto, 35, um dos pioneiros do cachorro-quente em Maringá, que trabalha há 24 anos no mesmo ponto, no carrinho que é propriedade da família.

Fundado por João Francisco Terto, 59, o cachorrão Au Au, tem hoje cinco funcionários que se revezam para atender os clientes dia e noite. Márcio trabalha de segunda a sábado, durante o dia, e o período noturno é revezado entre o pai, João e os irmãos Robson Luiz Terto,31, e Luciano Douglacir Terto, 33. Márcia Regina da Silva, ex mulher de João, também trabalha no empreendimento. Como é sócia decidiu, continuar a atuar no negócio.

São cinco famílias que sobrevivem só desse carrinho

Márcio conta que é formado em direito, mas no momento prefere continuar com os lanches. Em média, ele vende em torno de 200 lanches por dia, e o faturamento mensal chega a R$ 13 mil. “São cinco famílias que sobrevivem só desse carrinho,”

Ele diz ainda que antes eram vários carrinhos, mas, era complicado adequar as pessoas para trabalhar, então a família optou  por se manter somente em  um ponto.

Para mim, é o melhor de Maringá. Além de rápido e prático tem valor acessível

Anderson José da Silva,20,  é estudante e freqüentador assíduo do Au Au. Ele conta que pelo menos três vezes na semana come a noite ali. “Eu gosto muito do lanche daqui. Para mim é o melhor de Maringá. Além de rápido e prático tem um valor acessível.”

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