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Saúde | Edição #374 - 19/09/2013

Cirurgias plásticas tomam conta do País

Estéticas ou reparadoras não importa, as mudanças corporais fazem o Brasil se tornar o número um nesses procedimentos

Cris Gabino
Aluna de Jornalismo

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A jovem Tatiane Gonçalves antes e depois da cirurgia (fotos: Arquivo Pessoal)

A jovem Tatiane Gonçalves antes e depois da cirurgia (fotos: Arquivo Pessoal)

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), no Brasil sete em cada dez cirurgias plásticas são estéticas. As mais procuradas são lipoaspiração, rosto e redução ou implante de silicone nas mamas. Um terço desses novos procedimentos deverá ser de cirurgias reparadoras, que ajudam a reconstruir a vida de vítimas da violência urbana. O Brasil já é o primeiro no mundo na proporção de cirurgia plástica por habitante.

A SBCP informa que o número de cirurgias plásticas em adolescentes entre 14 e 18 anos mais do que dobrou em quatro anos – saltou de 37.740 procedimentos em 2008 para 91.100 em 2012 (141% a mais).No mesmo período, o número total de plásticas em adultos subiu 38,6% (saindo de 591.260 para 819.900 procedimentos). O que mostra que a cirurgia plástica vem cada vez mais se popularizando entre os adolescentes.

O cirurgião José Horácio Aboudib, presidente da SBCP, disse em entrevista ao Jornal  O Estado de São Paulo do dia 1º de julho deste ano, que não há idade mínima para se submeter à cirurgia plástica. “ Cada caso tem de ser avaliado separadamente. O que temos de avaliar é o nível de crescimento e maturação de cada um. Na menina, em geral isso acontece dois a três anos depois da primeira menstruação. No menino é mais difícil definir o início da puberdade, por isso é preciso avaliar cada caso”, disse ele ao jornal. Segundo Aboudib, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica vê a cirurgia estética como uma forma de obter saúde e bem estar.

A estudante de direito Tatiane Gonçalves,30, colocou prótese de silicone nos seios há um ano e conta que a vida dela mudou depois da cirurgia. “Decidi porque não tinha peito e isso me incomodava, eu queria um colo bonito para ter o gostinho de usar uma roupa e ficar mais bonito. Graças à prótese me sinto outra mulher. Hoje tenho orgulho, gosto de colocar uma blusa, por mais simples que seja. Sem dúvida alguma, é uma injeção de autoestima”, diz

A psicóloga Ana Claudia Mendonça, 35, avalia que a busca pela beleza externa muitas vezes é para resolver um problema interno da paciente. “Para muitas mulheres a cirurgia plástica estética vem para solucionar os defeitos muitas vezes somente avistados por elas. A deformidade pode ser real ou imaginária, porém, a partir da cirurgia, a maioria das pacientes tem a autoestima elevada” diz.

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