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Cidade | Edição #360 - 16/05/2013

Oferecer apoio e orientação é o objetivo da Amaex

A Associação Movimento Amor Exigente contribui para o crescimento emocional e comportamental dos que necessitam

Juliana Duenha
Aluna de Jornalismo

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Acolher e dar assistência aos familiares que estejam sofrendo e desorientados com os problemas familiares, por conta da dependência do álcool, drogas ou ainda comportamentos não assertivos. Esse é o objetivo da Amaex (Associação Movimento Amor Exigente), fundada em Maringá em 1995, e desde então localizada na Zona 4, na região central da cidade. “É de fundamental relevância que o ambiente esteja de acordo com a situação, oferecendo acolhimento e bem estar”, relata a assistente social da associação, Márcia Vergueiro, 56.

 Quando se tem usuários de drogas na família, perde-se limites, a família se perde e adoece junto

Atualmente a Amaex, na região de Maringá, está vinculada a 14 grupos de apoio às famílias. “Enquanto os filhos estão em uma unidade terapêutica, os pais participam dos grupos para se preparar para o retorno dos filhos”, explica Márcia.

Segundo ela, a associação busca manter o quadro de voluntários permanente atualizado dentro dos princípios e metas da entidade, por meio de reuniões, cursos e encontros sistematicamente agendados. O objetivo é contribuir não só para ampliar conhecimentos, mas também com a motivação e comprometimento com a causa. Um dos objetivos da associação é investir e orientar famílias que tenham dependentes químicos entre os membros, por meio de voluntários capacitados.

A entidade sobrevive com a ajuda da FIA (Fundação para a Infância e Adolescência) e de doações. “Não cobramos nada da família, apenas pedimos doação e quem quiser doa”, informa Márcia Vergueiro.

A assistente social diz que o trabalho não é fácil. “Mexemos, muitas vezes, com o orgulho da pessoa. As famílias não gostam de se expor nos grupos, principalmente os homens.”

A família normalmente demora aceitar a condição que se encontra. “Os pais normalmente dizem ‘eu não preciso disso’ demoram a entender que precisam de ajuda, acabam perdendo tempo, ficando tarde demais”, revela Márcia Vergueiro.

Segundo Maria (nome fictício), 27, que tem uma pessoa da família em unidade terapêutica, “quando se tem usuários de drogas na família, perde-se limites, a família se perde e adoece junto”.

Sede da Amaex localizada na Zona 4, região central da cidade (Foto: Juliana Duenha)

Sede da Amaex, localizada na Zona 4, região central da cidade (Foto: Juliana Duenha)

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