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Cidade | Edição #359 - 02/05/2013

Crescimento descaracteriza a Zona Sete

Aos poucos o bairro, que nasceu residencial, vai perdendo espaço para o grande número de lojas comerciais e prédios

Cris Gabino
Aluna de Jornalismo

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A Zona 7 região central de Maringá, tem pontos importantes para a cidade, como a Universidade Estadual de Maringá (UEM), a Vila Olímpica, o Ginásio Chico Neto e o estádio Willie Davids. Em meio a grandes edificações e pequenas e médias empresas, o bairro, aos poucos, evolui e vai perdendo as características de quando surgiu. O vai e vem de pessoas acontece a todo o momento, e não é só de moradores, mas de pessoas de todos os lugares de Maringá, região e do Brasil afora. Muitos são universitários, que por conta da UEM acabam morando no bairro, movimentando o comércio e aumentando ainda mais a população maringaense.

“Antes, aqui no bairro, tínhamos muitas famílias e casas, hoje temos muitos estudantes e prédios”

A aposentada Laura Domingos, 68, é moradora da Zona 7 há 30 anos. Ela conta que desde então muitas mudanças aconteceram no bairro. “Antes, aqui no bairro, tínhamos muitas famílias e casas, hoje temos muitos estudantes e prédios.” Laura relata que hoje o ir e vir ficou mais perigoso, porém o acesso à lojas, farmácias e supermercados ficou melhor. “Eu tenho medo da ‘Colombo’[avenida], e de assaltos, mas hoje consigo fazer tudo aqui, compro tudo o que preciso sem ter que me deslocar para outros locais da cidade.”

A movimentada avenida Colombo, corta toda a Zona 7 (Foto: Cris Gabino)

 

José da Silva Martins, 53, é empresário do ramo imobiliário há 10 anos na região. Ele diz que há procura por apartamentos, tanto para alugar, quanto para comprar. “A

procura por moradias é muito grande, antes as pessoas procuravam casas por serem maiores, hoje procuram apartamentos e também quitinete por conta da comodidade e valores.”

Morar na Zona 7 não sai barato. Hoje os aluguéis variam de R$ 500 para quitinet de 18m², há R$1,7 mil para apartamento com 130m². Martins ressalta que as vantagens oferecidas pela localização dos imóveis contam muito, e, por isso os valores costumam ser altos.

O arquiteto João Carlos Martins Pires, analisa o crescimento e desenvolvimento do bairro. “A cada dia que passa o bairro vem crescendo e se desenvolvendo para o alto. Hoje já não se faz mais casas, devido à demanda da população e procura por moradias. A falta de espaço mudou completamente as características do bairro, que hoje comporta grande parte dos edifícios da cidade”, declara.

 

 

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