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Tecnologia | Edição #358 - 25/04/2013

Internet reinventa a indústria musical

Quando poderíamos imaginar que o segmento tomaria posse do que sempre foi dele? Encontrou na “nuvem” a solução

GEREMIAS JUNIOR
Aluno de Jornalismo

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Há 10 anos, “baixar” música pela internet era praticamente tortura. Muito diferente de hoje, onde quase tudo está na “nuvem”. Estou tentando me desapegar de programas como o iTunes e o Windows Media Player. Mas afinal o que é essa bendita nuvem?

Vazar” tornou-se estratégia benéfica para artistas em geral

Referência ao "iCloud" (Foto: Jotagê Ferreira)

Ora, é quando você consome o conteúdo que está na web, sem a necessidade de baixar e guardar no seu computador, por meio do “streaming”. A alusão à nuvem é feita porque acessamos pela internet, programas, serviços e arquivos remotamente, guardados em grandes servidores. Mas você deve estar se perguntando: E eu com isso? Ou vai me dizer que nunca baixou alguma música na internet de maneira ilegal?

É aqui que começa a minha história. Sabe aquele momento em que está ouvindo rádio, toca aquela música sensacional e quer escutá-la novamente? Descobre na internet o nome do compositor, a letra, enfim, tudo referente àquela música. Então, “baixa” sem pensar duas vezes?

Infelizmente, essa música era um vírus que contaminou toda a minha máquina. Vai dizer que isso nunca te aconteceu? Sorte sua, pois comigo sim, e várias vezes. Essa foi e é uma das estratégias que a indústria encontrou para “barrar a pirataria”.

Felizmente, esse assunto já é passado, pois a indústria fonográfica encontrou uma maneira de ganhar dinheiro de forma inteligente, livre de complicações como vírus. Penso no Youtube. Como poderíamos imaginar que esse portal de vídeos daria renda a artistas tanto independentes quanto profissionais e, de quebra, ainda lhes renderia notoriedade e fama?

Artistas independentes foram os maiores beneficiados com essa nova maneira de se ouvir música, pois podem apresentar novidades – muitos deles, aliás, estimulam a troca de arquivos em MP3. Os figurões do pop ainda se dividem quando se fala nos efeitos do “download”. Compartilhar ou não compartilhar, eis o dilema.

Fico feliz em saber que a música e todo esse universo se reinventou para melhor, de tal forma que a estratégia está sendo levada para outros segmentos, como o mercado editorial. É estranho pensar nisso, parece algo tão irreal porque estamos lidando com aquilo que sempre foi e é de direito da indústria, afinal, nada é de graça. Sinceramente, sei que existe sempre uma solução.

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Um comentário | Deixe seu comentário

Viva a tecnologia! Indubitavelmente ouvir músicas na “nuvem” é ótimo. Mesmo que eu ainda goste muito de comprar discos e dvs, a quantidade de faixas que eu tenho no Rdio é muito mais do que eu poderia um dia comprar ou baixar. No entanto a “nuvem” como tudo hoje na internet está virando muito comercial, é claro eles tem que ganhar dinheiro com algo, mas venhamos e convenhamos publicidade no Soundcloud e no Youtube é um saco!

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Dentre muitas tarefas que desempenho todos os dias, a melhor delas é ser estudante de jornalismo. Gosto levar a vida com leviandade. Sou amante da boa música, de boas companhias. De quem entende o que eu digo. De quem escuta o que eu penso.

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